
The Amps - Dedicated.
Cat Power - Rockets.
Cranes - Jewel.
Electrelane - On Parade.
PJ Harvey - Dry.
Yeah, Yeah, Yeahs - Y Control.
sem objectivos higiénico-sociais

Toda a reportagem sobre a inauguração da bomba foi muito bem conseguida. Desde logo o destaque dado ao facto deste ser o primeiro acto oficial do novo edil da Povoação. Depois, a reportagem destacou a piscadela de olho de Carlos Ávila aos coitados dos empresários que já esperavam há dez anos pelo aval positivo da Câmara. Teresa Nóbrega disse também que Ávila terá afirmado que a nova bomba está muito bem inserida, em termos ambientais, no cenário circundante (deve ser porque está pintada de vermelho, côr do fogo). Também importante o facto de todas as entidades governativas que deram parecer positivo à construção da bomba.

Aliás, um homem que, além do que desgraçou nos idos dos amanhãs que cantam, e ainda diz que "Sou comunista e por isso sou tratado como inimigo da democracia. Pelo contrário, eu quero é salvar a democracia e para isso é preciso criticar esse simulacro de democracia em que vivemos", merece crédito zero, pela cega contradição, pela sobranceria e, sobretudo, porque é mesmo inimigo da democracia.
Aqui pode ler-se uma irónica (e real) descrição do bravo seguidor soviético.

Eu gosto da Menina da Rádio. Eu gosto da Maninha. Gosto do que escrevem. E agora que já as conheço, gosto, no caso da primeira do que faz e, no caso da segunda, do que é.
As duas não alinham muito nas decorações que costumo por nos meus posts de música. Por isso, hoje e pela segunda vez, dedico-lhes um post com foto.
Da primeira vez, escolhi o melhor Bond, desta vez escolho Steve McQueen. E novamente afirmo que não me é fácil fazer estas escolhas, prefiro mil vezes escolher entre a Scarlett, a Letitia ou a Mónica. Mas pelas minhas duas colegas de blogosfera, de facebook e de Hi5, faço este monumental esforço.
A escolha, desta vez, é Steve McQueen. Para mim, está no patamar mais alto das estrelas de Hollywood. Desde que vi Bullitt e a famosa cena de perseguição pelas ruas de San Francisco com McQueen a conduzir, ele próprio, aquele Mustang verde azeitona e o mau da fita a conduzir o brutal Dodge Charger, que fiquei fã incondicional de McQueen.
Além disto, também lhes dedico a nova playlist. Radiohead – Karma Police; Pixies –Where is my mind?; The Cure – Boys Dont Cry; Lou Reed – Sattelite of Love; The Doors – People are Strange.
Portanto, minhas colegas de aventuras virtuais, espero que aproveitem. Irá demorar um quanto até isto se repetir.
Afinal, hossana nas alturas, vai haver ágape! Não sei quando, mas, com tanto e tão arrojado empenho, vai de certeza!
Pessoalmente, até já me esqueci do achincalhamento à verdade desportiva de sábado, pois sei que, com o Laurentino no activo, nada vai passar no crivo.
Jorge Miranda, afamado constitucionalista da nossa praça, afirmou, no Colóquio “das Autonomias à Autonomia e à Independência - o Atlântico Político entre os séculos XV e XXI" que seria excessivo admitir um quinto mandato de Carlos César como Presidente do Governo Regional dos Açores. Miranda disse-o tendo em conta o espírito da Lei e revisão constitucional de 1997.
Mas, os açorianos não são constitucionalistas e não olham para esta questão tendo em conta o espírito da Lei, nem, muito menos, à luz de qualquer revisão constitucional, não, para os açorianos é claramente excessivo tanto tempo no poder, porque depois reflecte-se em atitudes com tendências ditatoriais. Ultimamente, então, temos tido exemplos flagrantes desse exercício de poder excessivamente concentrado na pessoa do Presidente. Dir-me-ão que sempre foi assim, nos últimos anos, que na realidade sempre vivemos, nos Açores, num modelo presidencialista. E eu concordo, mas acho que no passado havia o decoro de tentar camuflar, de alguma forma, essa variação desonesta do processo de decisão política do Governo dos Açores. Hoje, como se constata, não é assim, é tudo feito às claras, com a maior das normalidades.
Analisando apenas as útlimas semanas, ficanm dois exemplos. Primeiro a alteração do Sistema Regional de Saúde, com o objectivo único de sanear Mário Freitas, devido ao seu excessivo “estrelato televisivo”. E depois o anúncio público de nomear o próximo Presidente da AMRAA, numa demonstração, sem precedentes, de desrespeito pelo poder Local, pois, no papel, essa é uma escolha dos próprios. Enfim E ainda se acusa outros de “falta de formação democrática”…
Ainda que usado num contexto legalista, o adjectivo que Jorge Miranda escolheu não podia ter sido mais acertado. De facto, é tempo excessivo no poder. As consequências estão à vista e a tendência é para piorar. Os que não alinham, os que estão em desacordo e, pior de tudo, os que têm a audácia de o expressar são considerados personas non gratas e têm o tratamento adequado.
Em noite de Halloween, é caso para dizer “tenham medo, tenham muito medo”.


Sobre as declarações de Carlos César a admitir uma nova candidatura à Presidência do Governo Regional dos Açores, convém recordar a entrevista que o próprio deu há menos de um ano (no dia 11 de Janeiro) ao Diário de Notícias. Acima segue a digitalização da respectiva página do jornal, mas será importante, aqui, reforçar algumas frases proferidas pelo líder socialista:
“Devo dizer-lhe também que esta norma do Estatuto da Região que impede a minha recandidatura foi escrita por mim.”
“Não, não posso fazer mais nenhum mandato. Eu considero que quem não pode fazer o menos, não pode fazer o mais.”
“Mas faço a interpretação autêntica da norma, visto que fui eu que a redigi, e ela é inequívoca: não posso ser, de acordo com o Estatuto, candidato a um novo mandato.”
Palavras claras do Presidente do Governo! Portanto, está-se a começar a alimentar um tabu que já foi desfeito pelo próprio.
Mas se vier a acontecer uma nova candidatura de César ao Governo, aquilo que se irá confirmar, definitivamente, é o carácter do líder socialista, duma pessoa que não tem palavra, onde o que hoje é verdade, amanhã é mentira.
Monica Belucci (E Deus Criou a Mulher...)1910
O PS insiste que só governa para alguns. Como o próprio candidato diz, o sintético para a Urzelina está pedido há muito tempo, mas o Governo PS só dará o "dinheirinho" se o PS ganhar.

Foto de E Deus Criou a Mulher...
Hoje foi a primeira vez que vi um dos debates autárquicos que a RTP-Açores está a levar a cabo. Antes de mais, registo para importância vital que têm estes debates. A televisão regional está, por isso, de parabéns.
No entanto, é com algum desconforto que se vê a facilidade com que os candidatos descem no nível de debate. Hoje, por exemplo, o candidato socialista à Lajes do Pico, além de interromper constantemente a sua interlocutora, com a total complacência do moderador da RTP-A, falou sobre a forma como candidata do PSD “passa no seu BMW”. Simplesmente inacreditável. Depois, no final, no minuto que é concedido a cada candidato, o socialista não começou com aquilo que pretende para o Concelho, não, falou do marido da senhora candidata. Certamente, esse assunto deve andar pelas bocas das pessoas nos cafés e supermercados das Lajes, mas ao candidato exigia-se outras ideias.
O debate sobre Nordeste também resvalou muitas vezes para palavreado desnecessário. O candidato social-democrata e actual Presidente da Câmara, José Carlos Carreiro, não tem necessidade de usar palavras como “ignorante”. Não ganha nada com isso. Na verdade, porém, o candidato socialista não soube, ou não conseguiu responder, à questão da SCUT até à Pedreira.
Em ambos os casos, há a constante presença do papel do Governo Regional dos Açores. Os candidatos socialistas tentam sempre passar a mensagem de que os seus Concelhos ficarão, ou estão a perder, porque não têm Presidentes do PS. Parece que é uma má estratégia porque revela apenas que este Governo Regional dos Açores mostra-se relutante em cooperar com entidades governamentais de outras cores políticas. Depois das eleições, todos devem remar para o mesmo lado, em direcção ao progresso dos açorianos. No entanto, não é isso que se conclui nestes debates.
As populações que escolherem outras cores políticas para as suas Câmaras Municipais não podem, de modo algum, ser prejudicadas. E quanto mais os candidatos socialistas insistirem nesse ponto, mais fica a certeza que este Governo é só para alguns.

Lei 12 - Faltas e comportamento anti-desportivo
As faltas e comportamentos anti-desportivos devem ser sancionados como a seguir se descreve:
Pontapé livre directo
§ dar ou tentar dar um pontapé num adversário;
§ passar ou tentar passar uma rasteira a um adversário;
§ saltar sobre um adversário;
§ carregar um adversário;
§ agredir ou tentar agredir um adversário;
§ empurrar um adversário;
§ entrar em “tacle” contra um adversário
§ agarrar um adversário;
§ cuspir sobre um adversário;
§ tocar deliberadamente a bola com as mãos (excepto o guarda-redes dentro da sua própria área de grande penalidade).
Todos os pontapés livres directos devem ser executados no local em que as faltas foram cometidas*
* Salvo as condições particulares (Lei 13 – local dos pontapés livres).
Pontapé de grande penalidade
Uma grande penalidade será concedida quando uma destas dez faltas seja cometida por um jogador dentro da sua própria área de grande penalidade, independentemente do local em que a bola se encontre nesse momento, desde que esteja em jogo.
Jogo perigoso
Por jogo perigoso entende-se toda a acção de um jogador que, ao tentar jogar a bola, põe em risco a integridade física de qualquer jogador, (incluindo ele próprio). O jogo perigoso é cometido na proximidade de um adversário, impedindo-o de jogar a bola por receio de ser lesionado.
Os pontapés de “tesoura” ou de “bicicleta” são autorizados, desde que não constituam perigo para o adversário.
O jogo perigoso não implica necessariamente contacto físico entre os jogadores. No caso de contacto físico, a acção passa a ser punida com um pontapé livre directo ou com um pontapé de grande penalidade. No caso de contacto físico, o árbitro deve analisar a possibilidade de ter ou não havido um comportamento anti-desportivo.
Sanções disciplinares
§ Se o jogador joga de maneira perigosa na tentativa “normal” de conquistar a bola, o árbitro não deve tomar nenhuma medida disciplinar. Se a acção comporta um evidente risco de lesão, o árbitro deve advertir o jogador.
§ Se um jogador, por jogo perigoso, anula uma clara oportunidade de golo, o árbitro deverá expulsá-lo do terreno de jogo.
Sendo tão clara e tão simples a regra, onde está a dúvida?!!
A ler aqui, a fim de esclarecer certos palradeiros televisivos e jornaleiros.
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